JIM MORRISON
Fecho os olhos e começo um pequeno jogo;
Ponho um selo numa carta e envio-a directamente para a minha mente;
Imagino cavaleiros numa tempestade a mecherem-se bruscamente;
Após sugarem um pó branco que lhes muda completamente as vibrações, o pensamento, o olhar, a alma; Abro os olhos e vejo-os enfurecidos á espera de mais cartas e pós para não quebrarem o espírito;
Vozes gritam os seus nomes, ou estarão eles a alucinar por não poderem lutar?
Derramam os seus própios sangues , onde se banham;
Criam um rio vermelho que lhes transparenta os olhos;
Esvoaçam aquele pó, desperdiçam-no; Para assim lhes chamar-mos cavaleiros brancos de olhar avermelhado;
Mudam de cenário, vêm o escorpião sobre a areia irrequieto;
Lutam, falecem-se a todos de uma vez;
De repente acordo e digo:
- É o fim!
By: Ângelo, Second House
Fecho os olhos e começo um pequeno jogo;
Ponho um selo numa carta e envio-a directamente para a minha mente;
Imagino cavaleiros numa tempestade a mecherem-se bruscamente;
Após sugarem um pó branco que lhes muda completamente as vibrações, o pensamento, o olhar, a alma; Abro os olhos e vejo-os enfurecidos á espera de mais cartas e pós para não quebrarem o espírito;
Vozes gritam os seus nomes, ou estarão eles a alucinar por não poderem lutar?
Derramam os seus própios sangues , onde se banham;
Criam um rio vermelho que lhes transparenta os olhos;
Esvoaçam aquele pó, desperdiçam-no; Para assim lhes chamar-mos cavaleiros brancos de olhar avermelhado;
Mudam de cenário, vêm o escorpião sobre a areia irrequieto;
Lutam, falecem-se a todos de uma vez;
De repente acordo e digo:
- É o fim!
By: Ângelo, Second House
Sem comentários:
Enviar um comentário